10 de outubro de 2008

Keitai Shosetsu : Romances de Celular – PARTE II

Continuando nossa viagem pela nova forma narrativa, temos mais alguns fatos e informações. Esse mesmo assunto saiu publicado na BBC, no The Telegraph, no World Business Live, no The Sydney Morning Herald, no The Japan Times e no blog da editora brasileira Contexto. Falando em blog, só uma informação, saiu no site comunique-se – portal da comunicação a pesquisa realizada pela LVBA Comunicação, com 604 jornalistas brasileiros, de diferentes editorias, cujo resultado é 46,2% dos entrevistados consideram blogs mantidos por não jornalistas boas fontes de informação. 40,4% não confiam nos blogs e 13% nunca consultam blogs. Interessante, e se você soubesse que também vale Orkut, Hi5, FaceBook, Flickr...É a expansão do ser humano pela net. Voltando ao keitai shosetsu...
Vamos dissecar um pouco mais essa história para entender como funciona de fato esse negócio de romance de celular. Tudo começa com o conceito do E-Book, que é um livro em formato digital que pode ser lido em mídias eletrônicas tais como computadores, PDA ou celulares. Para tê-lo no celular é imprescindível velocidade, uma tela plana e larga, com excelente definição e acesso ilimitado de download para 3G. É como se fosse o serviço de TV por celular ou outros serviços oferecidos pelas diferentes operadoras de celular, preciso mencionar?. Bom, a Claro tem vários canais (History Channel, Sport Channel, etc) Detalhe, já repararam a quantidade de informações e cursos sobre a TV na internet.Pelo jeito a TV vai “pegar” no celular antes do livro. Voltando ao nosso e-book pelo celular, é aberto então um serviço de download de livros a partir de um site. Foi o caso de Yoshi, que publicou o Keitai Shosetsu chamado Deep Love. Yoshi colocou um site no ar e começou a distribuir seu livro para celular. Os leitores pagam uma taxa mensal e têm acesso a um ilimitado número de títulos, alguns exclusivamente publicados na net, outros já impressos e disponibilizados. Há quinze dias, podemos ver a campanha da TIM que dá acesso ao Orkut pelo telefone. Portanto, é o mesmo processo, só que com livros ao invés de redes sociais. Acho que então compreendemos a tecnologia.

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