29 de novembro de 2008

Há Livros para Crianças que Falam para Nós, Adultos

Um velho hábito que tenho é, numa livraria, nunca ignorar as prateleiras infantis. Devo dizer que em boas livrarias há sempre excelentes prateleiras para infantes. É como se, numa alegre subversão, nós, adultos, pudéssemos reencontrar a face que carregamos escondida por toda vida. Mas ela está sempre lá, espreitando a chance de reaparecer. E isso me dá alegria...a infância. Há um livro chamado A Árvore Generosa, um clássico de Shel Silverstein, publicado em 1964 e editado pela maravilhosa editora Cosac Naify. Para mim o livro é uma declaração de amor às árvores e à vida. Em páginas ilustradas pelo autor, acompanhamos a transformação de nosso ser da fase infantil à fase adulta, com todas as suas nuances e peculiaridades. E a árvore permanece lá, em toda a sua essência, majestosa. A própria essência da vida, regada de valores e ética. Keila Vieira, do blog Talhos e Retalhos, colocou no Twitter hoje que "seguem-me idéias sobre o quanto os livros guardam a presença de seus leitores... ". Concordo que cada livro que escolhemos como companheiro em nossa estante, mesa, criado-mudo guarda a nossa presença, nossos segredos, nossas angústias, nossas alegrias e sentimentos. Não li A Árvore Generosa quando estava na infância, mas não perdi a chance de lê-lo na fase adulta. Para quem não leu, procure na livraria. Se já leu, garanta para a próxima geração o conhecimento deste texto. Se tiver dificuldade de encontrar, e estiver no Rio de Janeiro, procure na Livraria Timbre ou na Livraria Malasartes.

A Ratoeira do Escritor Espanhol Carlos Ruiz Zafón

Carlos Ruiz Zafón é do tipo de escritor que envolve o leitor através de palavras e enredos mágicos de suspense, emoção e diálogos fortes. Quando li A Sombra do Vento, quase desisti, confesso. Me senti um rato na ratoeira quando, perto do momento de fechar o livro e partir para outra leitura, o estalo do aço vindo ao meu encontro, desvendou armadilhas da trama e o ritmo de minha leitura não cessou até chegar à última página. Tenham coragem de lê-lo, pois a recompensa final é uma leitura desafiadora e apaixonante do mais íntimo sentimento do ser humano. Uma leitura para quem ama livros. Uma leitura que levá-nos para Barcelona. Uma leitura de personagens vigorosos. O Cemitério dos Livros Esquecidos, para mim, é um local que possui vida própria e torna-se também um personagem...que retorna.
O Jogo do Anjo é um livro inquietante! Acabo de lê-lo e simplesmente desejo abrir a primeira página de novo. O suspense está mais presente do que em A Sombra do Vento. A cada página, acontecimentos mágicos e irreais embassam a imaginação, levando-nos para um caminho que se bifurca. É um livro mais sombrio, com toques de ilusionismo. Impossível não montar um filme e imaginar cada página lida como uma cena...com toques de escuridão que nos despistam de uma leitura simplesmente linear. Se pudesse descrever a atmosfera da leitura, diria que entrei no labirinto do Cemitério dos Livros Esquecidos ou nas escadas da Casa da Torre - outro local que vira personagem.
O Jogo do Anjo, com certeza, deveria virar filme.
Deixaria o Código Da Vinci no chão.
Vamos aguardar e ver o que acontecerá com este livro.
Sobre a encomenda de um livro, diz o personagem Andreas Corelli a David Martín:
"O que quero é que encontre um modo inteligente e sedutor de responder às perguntas que todos fazemos e que o faça a partir de sua própria leitura da alma humana, colocando sua arte e seu ofício em prática. Quero que me traga uma narrativa que desperte a alma."

22 de novembro de 2008

A Nova Velha Biblioteca de Alexandria - Questões Brasileiras

(Fotos do interior da Biblioteca do Congresso Americano e da nova Biblioteca de Alexandria)
Ainda na época de universitária, durante a minha graduação, e isso faz um tempinho, ouvi o Diretor do Departamento Nacional do Livro, àquela época, durante uma conferência no RDC da PUC-Rio, dizer que com o desenvolvimento das novas mídias digitais o livro impresso iria sucumbir. Confesso, fiquei chocada, estarrecida. Logo o Diretor do DNL dizer publicamente uma coisas dessas? Como? Tempos depois, não muitos, estagiei na Fundação Biblioteca Nacional. Encontrei o mesmo diretor, com o mesmo discurso. Posso confessar uma coisa? Nunca acreditei e não acredito nessa profecia!
Estamos num momento da história em que podemos contar com uma quantidade enorme, infindável de ferramentas que, numa primeira impressão, parece deslocar o lugar do livro impresso, o papel, aquele que a gente gosta de segurar com as mãos e sentir o cheiro, para a sombra e escuridão. Mas, tenho percebido, por um outro lado, que essas mídias são meios para que os jovens, principalmente, sejam seduzidos pela palavra e pelo texto. Muitos, em seguida, se transformam em leitores e frequentadores de bibliotecas e livrarias.
Keila Vieira, do blog Talhos e Retalhos comentou: "O único medo que tenho da digitalização é o aumento da possibilidade de perda de todo esse conteúdo. Pois, ao lado desse pensamento, muitas vezes, segue-se a idéia de desuso do material impresso que pode ser simplesmente jogado no lixo enquanto a possibilidade de perda de material digital é muito maior. O que acontece em muitas bibliotecas mundiais. Acho que devemos ficar atentos sobre as medidas de conservação que caminham juntas".
Eu acho que devemos ter a atenção sobre o arquivo impresso. Eu, aliás, tenho certeza que muitos organizadores de bibliotecas e acervos virtuais estão preocupados com isso. Vou citar dois exemplos rápidos:
1) tenho uma amiga, minha querida Teresa Cristina Montero, especialista em Clarice Lispector, que fez parte do seu doutorado no Canadá, pois lá ela encontrou um acervo de Clarice que no Brasil não há. Pasmem!
2) a Biblioteca do Congresso Americano, a maior biblioteca do mundo, possui acervo físico de mais de 130 milhões de itens diferentes em 480 idiomas, envia seus funcionários aos países para comprar tais volumes e aprimorar acervo - trabalhei numa livraria, não qualquer livraria posso dizer, que recebia esses visitantes especiais. E sempre foi um prazer recebê-los, pois sabia que o acervo de cultura brasileira estava assegurado para a humanidade.
Na minha opinião, esses exemplos demonstram que não há integralmente a política do descarte do livro impresso. Na Europa eu realmente não sei como funciona. Mas, eu durmo mais tranquila.
Uma outra questão que sempre me vem a mente é "Que jovem leitor é esse?"
Conheço muitos jovens que não passam por esse conflito livro físico e livro virtual, pois já foram educados para a leitura, que já tem o hábito. É sempre uma surpresa boa. Outro dia, eu estava na praia de Ipanema e o sobrinho de uma amiga comentava o livro que estava lendo. Foi uma maravilha ouvi-lo falar sobre as impressões de leitura. Isso é maravilhoso de ouvir. Ele teve acesso. Ele foi educado. Na família, com certeza, há indivíduos que tiveram a atenção e preocupação em um dia estender-lhe uma brochura, um livro. Mas se o jovem não tiver algum incentivo, como vai descobrir o prazer de ler? Vai depender das novas mídias.
Por outro lado, nas minhas viagens de mobilização social pelo Brasil, percebi que as realidades são várias. Há jovens que, infelizmente, não sabem ler; que infelizmente não tem o que comer; que infelizmente não possuem família ou alguém que possa lhes estender a mão e dar um livro ou ensinar-lhes a ler.
Há projetos implementados no nordeste do Brasil, onde um telecentro chega antes do telefone público. Locais onde não há papel, onde não há água, onde não há comida. Mas a internet chega como uma janela de possibilidades para o mundo. Essa janela incentiva o indivíduo a melhor as condições de vida da sua comunidade. A internet traz informação, conhecimento e saber. E muitos jovens desses locais lêem e pesquisam na tela de um computador. É uma forma de desenvolver a cidadania, de promover a leitura do mundo.
Mas, com a experiência dos anos, tenho aprendido e visto que há pessoas que gostam de ler e outras que não gostam de ler. Há pessoas que comem carne e outras não. Há pessoas que gostam de azul e não de amarelo.
A nova velha Biblioteca de Alexandria está aí. Sempre estará.
Os velhos novos leitores,editores e livreiros também.
As crises acontecerão.
O importante é manter o equilíbrio e quando puder não deixe de estender ou contar uma história para quem estiver ao seu lado. Esse livro, essa história circulará e a história não morrerá. Felizmente.
PS 1: Acredita-se que a Biblioteca de Alexandria tenha armazenado mais de 400.000 rolos de papirus.
PS2: Não deixem de ler o romance O Historiador, de Elizabeth Kostova. Abstraiam a informação história de "vampiro". É um dos livros mais apaixonantes que já li sobre o acervo mundial de livros.
Boa leitura para todos, sempre!

Livros e Internet II

Internet e livros se unem em site sobre literatura Folha Online
Acostumados com a leitura dinâmica oferecida pela internet, um grande número de jovens não têm paciência para se dedicar aos livros. Para mudar um pouco a imagem de que a web é inimiga da literatura foi criado recentemente no Brasil um site que apresenta ao internauta escritores e suas obras por meio de minidocumentários em formato de clipe.
Trata-se do LivroClip, um site abastecido com 148 vídeos com tempo médio de cinco minutos cada. Neles, a vida de autores --como Alvares de Azevedo-- e suas obras são mostradas em forma de animação e acompanhada por trilhas sonoras de artistas populares, especialmente de rock.
Munidos apenas da animação e da trilha, o site transforma o enredo das obras literárias em uma espécie de trailler de cinema ou conta a vida de um autor transportando a realidade dele para o presente.
Um dos melhores exemplos é o vídeo "Álvares de Azevedo, o Poeta Rock N' Roll". Ao som de uma música da rockeira Pitty, os autores afirmam que existe a suspeita de que o autor de "Lira dos Vinte Anos" frequentava reuniões macabras.
Por meio de seus poemas, também é dito que ele gostava de "sexo e drogas". Ao questionar se ele também gostava de rock n' roll, aparece o verso "Os meus cantos de saudades são amores que chorei".
Na mesma página de cada clipe há um resumo sobre o autor, outro sobre sua obra e um link para baixar os livros que estão disponíveis na web.
Uma das últimas animações postadas conta a história da escritora Hilda Hilst ao som da cantora teen Malu Magalhães. "Unir a popularidade da Mallu Magalhães com a fabulosa história de Hilda Hilst é um forma de aproximar a escritora dos jovens", afirma Luiz Chinan, diretor do LivroClip. Realizada com o apoio da Secretaria de Estado da Cultura de SP, o LivroClip participou da última Bienal do Livro de São Paulo e foi selecionado pelo Ministério da Educação para integrar o Banco Mundial de Recursos Multimídia, que está em desenvolvimento com cinco universidades brasileiras.

20 de novembro de 2008

Uma Parede de Livros do Designer Holandês Jan Van Hoof

Em andanças pela internet, me deparei com esta polêmica parede de livros. Algumas pessoas criticaram Jan Van Hoof, dizendo que seria melhor usar o tempo lendo do que fazendo a tal parede. Isso lá na Holanda. Se fosse aqui no nosso país, óbvio, todos nós diríamos para doar as coleções para as bibliotecas públicas das cidades do interior, para as bibliotecas itinerantes e tantas outras iniciativas, como aquela no Distrito Federal, onde um açougueiro instalou uma biblioteca, se não me engano, no ponto de ônibus. Mas arte é arte e o gosto é individual. Eu, particularmente, não vejo mal algum em utilizar livros como elemento numa obra. Me incomoda mais artistas que deixam cães morrendo ao longo de exposições para exibir o seu resultado final : a crueldade disfarçada de protesto...hipocrisia humana.
Segue, abaixo, o trecho da matéria sobre a exposição do designer holandês.
Dutch designer Jan Van Hoof exhibited a wall made of cut-up books at the Design Academy Eindhoven graduation show as part of Dutch Design Week earlier this month.
The following is from Jan Van Hoof: With the project storyboard I have tried to give a new dimension to the recycling of books. Everyone has a lot of books and the collection of books is always growing, when there is no space left on the bookshelf, you have to try to get rid of a part of your collection. At first these books get a nice place in a box on the attic, but at some time the books become garbage. Books like this tell us a lot of stories, the story in the book, the story of the book itself as a product what you own with a history and the story as a collection of books. Usually these books are made to new paper and all of this is lost, but with my project storyboard I tried to give the books, with all the stories in it, a new life as a new material. I tear off the covers of the books, cut them in 3 pieces of the same height and glue this pieces together to blocks of 30 cm high and 75 cm wide. These blocks can be used to build a wall like a room divider or as some kind of “wallpaper” and have a sound- suppressing effect.
(by Matylda Krzykowski - dezeen design magazine)

Computadores atraem jovens de volta às bibliotecas

Foi no início do ano que saiu publicada essa informação, mas acredito que ainda está em tempo de divulgar. Saiu no blog Tecneira - Tecnologia, Web e suas Repercussões na Blogosfera- , de Rafael Barifouse, na Revista Época Negócios, em 03/01/08.
Deu na Reuters: norte-americanos com idade entre 18 e 30 anos são os maiores usuários de bibliotecas no país. Em grande parte, isso se dá por conta dos computadores disponíveis para uso público nesses lugares, segundo uma pesquisa divulgada pelo instituto Pew Internet & American Life Project. Essa faixa etária é conhecida como “Geração Y” e é marcada pelo seu entusiasmo pela tecnologia. “Essas constatações viram de cabeça para baixo nossas idéias sobre bibliotecas”, disse Leigh Estabrook, co-autora de um relatório sobre os resultados da pesquisa. “O uso da Internet parece criar uma fome de informações, e são os jovens adeptos da informação que têm maior probabilidade de visitar uma biblioteca.” Além disso, mais de dois terços dos visitantes, seja qual for a sua idade, disseram usar computadores em suas visitas às bibliotecas.
Isso vai de encontro com uma entrevista com Muniz Sodré, presidente da Fundação Biblioteca Nacional, publicada na semana passada no jornal O Globo. Nela, Sodré dizia que a conceito de biblioteca como depósito de livros estava morto. Ele usava este argumento para justificar a instalação de computadores em todas a biliotecas abertas no país pela sua instituição nos último ano e pela digitalização de parte do acervo para ser acessado pela rede.

19 de novembro de 2008

Lançamento do Novo Livro de Fernanda de Carmargo-Moro na Livraria Timbre

Atenção, atenção! Novo livro de Fernanda de Camargo-Moro, com lançamento marcado para a próxima terça-feira, 25 de novembro, a partir das 19 horas, na Livraria Timbre, Shopping da Gávea, Loja 221, 2º Piso. Telefone (21) 2274-1146.
Não Percam!
MAR DAS PÉROLAS
Berço de uma das civiliações mais antigas do planeta, os Emirados Árabes estão em constante mudança, vivenciando um poderoso reascimento. Banhada pelo Golfo Pérsico, esta região guarda uma belíssima história geológica, que evoluiu contando mil e umas histórias, abrigando um conjunto de estados que hoje refletem uma imagem moderna de tecnologia avançada, poderosa economia, riqueza em fontes de petróleo, grande influência financeira no mundo ocidental e arquitetura arrojada. Porém , os Emirados não são apenas isso. Essa sociedade cosmopolita, de estilo de vida internacional, tem raízes profundas nas tradições pré-islâmicas e islâmicas da Arábia. E é este contraste entre passado e futuro que a arqueóloga Fernanda de Camargo-Moro nos apresenta neste novo e brilhante trabalho. (texto de divulgação da editora Record)

16 de novembro de 2008

A Fila de Livros que Criamos

Hoje em dia, felizmente, a oferta de livros está alta. Encontro amigos que fazem as suas filas no criado-mudo, na mesa da sala de estar, na cozinha, na mesa do escritório. Outros fazem a lista na cabeça, para saber exatamente o que adquirir no momento em que entram na livraria. Eu mesma vivo um dilema, com tantos títulos interessantes - "mas poderia ser este, antes daquele que me espera em casa".
Tenho agora um desafio delicioso :
A Viagem do Elefante - José Saramago
O Jogo do Anjo - Carlos Ruiz Zafon (mesmo autor da Sombra do Vento)
O Japão por Jun - Jun Sakamoto
O Tigre Branco - Aravind Adiga
Dewey - Um Gato entre Livros - Vicki Myron
O Ladrão de Tumbas - Antonio Cabanas
O Arroz de Palma - Francisco Azevedo
A Feiticeira de Florença - Salman Rushdie
New Art City - Jed Perl
As Nuvens - Juan José Saer A Sociedade Individualizada - Zygmunt Bauman
O Homem que Roubou Portugal - Murray Teigh Bloom
Crônica da Estação das Chuvas - Nagai Kafu
Contos da Palma da Mão - Yasunari Kawabata
Entre Outros...
Então, faça a sua lista e vá para a livraria!

6 de novembro de 2008

Coisas interessantes acontecem no mundo dos livros ? Sim !

Scribd, KindleBooks, Plugme e outras Ferramentas para Leitura
Antes de terminar a série sobre Keitai Shosetsu, descubro ferramentas interessantes que estão disponíveis, mas nem todo mundo conhece. Ontem, procurando textos de Fritjof Capra, cheguei ao Scribd, uma rede onde você pode publicar seus textos e baixar outros. Você se cadastra e monta sua página, com textos favoritos. Achei a proposta ótima. Vamos publicar nossos textos?
Outro gadget que eu conheci, justamente no ano de lançamento, foi o KindleBook, leitor de e-books que permite o download de obras via celular. Leia matéria abaixo:
Amazon já vende Kindle, leitor de e-books Segunda-feira, 19 de novembro de 2007 - 15h32
NOVA YORK - A Amazon estreou as vendas de um leitor de e-books que permite o download de obras via celular. O dispositivo é a mais recente tentativa de atrair consumidores para aparelhos portáteis de leitura. O "kindle" custa 399 dólares e permite que o usuários faça download de livros, jornais e blogs com conexão pela tecnologia celular de alta velocidade EVDO. O aparelho pode armazenar cerca de 200 livros baixados do site da Amazon ao custo aproximado de 10 dólares por um lançamento. O dispositivo pesa cerca de 300 gramas e o download de um livro inteiro leva menos de um minuto, afirmou a Amazon. A tela do equipamento não é iluminada por trás. Como um livro, o "kindle" usa tecnologia de tinta eletrônica para simular o papel. Um leitor de ebooks da Sony tem tecnologia semelhante, mas não tem acesso sem fio a conteúdos. A Amazon também vai oferecer assinaturas de jornais, revistas e blogs compatíveis com o aparelho via cobrança de uma taxa mensal dos usuários. Assinaturas de jornais como The New York Times ou The Wall Street Journal variam de 5,99 a 14,99 dólares. Por Kenneth Li, da Reuters
Livros para Ouvir
Agora temos no Brasil uma nova iniciativa com os ÁudioBooks, publicados pela PlugMe, empresa do grupo Ediouro. Os títulos para a primeira leva são variados: As Memórias do Livro, Ano do Pensamento Mágico, Quando Nietzsche Chorou, Perdas e Ganhos, Marley e Eu. A PlugMe tem também um blog, visitei e gostei. Passe lá também! No blog deles encontrei uma notícia sobre o ConnectBook da Nokia - com o Connect Book, grandes clássicos da literatura e best sellers da atualidade disponibilizados de graça em formato áudio para downloads pela internet ou na própria Nokia Store. Você baixa para o seu celular e escuta na hora que preferir: no trânsito, caminhando pela rua, no metrô, na sala de espera ou onde mais você quiser.

Caso você conheça alguma outra ferramenta interessante, compartilhe seu conhecimento conosco. Envie um comentário para ser publicado.