30 de dezembro de 2008

29 de dezembro de 2008

O Livro do Sal

Acabei de ler Uma Real Leitora! Maravilhoso! Delicado, sensível. Leiam. Agora começo o Livro do Sal - ganhei de Natal da Kiki. Mal abri e já estou gostando. É sobre cinco anos na vida de Gertrude Stein, Alice B. Toklas e do cozinheiro vietnamita. Ia deixá-lo para ler nas férias, daqui a três semanas, mas enquanto isso, vou devagarinho abrindo as páginas. Depois conto mais...

26 de dezembro de 2008

Livro sobre a Veuve Clicquot

Acaba de sair nos Estados Unidos uma biografia sobre a viúva Clicquot e a história do champanhe Veuve Clicquot. O livro foi resenhado na edição do The New York Times de hoje. Esse tipo de livro é bem interessante porque não traz somente a história de um ou outro produto, mas informa sobre um dado momento histórico, tal como os já editados em português pela Jorge Zahar: Vinho e Guerra, O Vinho mais Caro do Mundo, Champanhe, História do Mundo em 6 Copos. Segue a resenha abaixo, enquanto aguardamos a edição em português.
A Kick From Champagne Reviewed by JANE and MICHAEL STERN Published: December 25, 2008
“The Widow Clicquot,” Tilar J. Mazzeo’s sweeping oenobiography of Barbe-Nicole Clicquot Ponsardin, is the story of a woman who was a smashing success long before anyone conceptualized the glass ceiling. Her destiny was formed in the wake of the French Revolution when, Mazzeo suggests, “modern society — with its emphasis on commerce and the freedom of the individual — was invented.” Barbe-Nicole, daughter of a successful textile maker turned Jacobin, is portrayed as someone whose way of doing business helped define the next century.
Fate cursed or blessed her with the mantle of early widowhood. Her husband, a winemaker from whom she learned the craft, died when she was 27, leaving her a single mother — the veuve (widow) Clicquot. Officially, the cause of François Clicquot’s death was typhoid, which was then commonly treated by feeding the patient Champagne, believed to strengthen the body against what was known as malignant fever. “To think that a bottle of his own sparkling wine might have saved François!” Mazzeo writes, going on to speculate that it is also possible he killed himself because business wasn’t good.
Already savvy about winemaking, Barbe­-Nicole plunged into a new life. Despite contemporary mores and the Napoleonic Code, which emphasized a woman’s role at home, she was not alone. She saw the success of such wine merchants as the widow Germon, the widow Robert and the widow Blanc, and understood that widows were the “only women granted the social freedom to run their own affairs.” With the gate open, she was off and running with spectacular results.
What a prescient entrepreneur she was, with a business outlook that sounds more 21st century than 19th. Toward the end of her life, in the 1860s, she wrote to a great-grandchild: “The world is in perpetual motion, and we must invent the things of tomorrow. One must go before others, be determined and exacting, and let your intelligence direct your life. Act with audacity.”
Her audacity was unleashed at the right time. Napoleon’s abdication in 1814 was cause for toasts among both the British and Russians. “Champagne,” Mazzeo writes, “was on its way to becoming another word for mass-culture celebration.” While the war’s naval blockade still paralyzed commercial shipping, Mme. Clicquot conspired to sneak a boat around the armada, delivering 10,000 bottles of high-proof, cork-popping 1811 cuvée Veuve Clicquot to Königsberg, where it sold for the equivalent of $100 per bottle. When the powerhouse 1811 reached St. Petersburg, Czar Alexander declared he would drink nothing else. Within two years the widow Clicquot was “at the helm of an internationally renowned commercial empire — and she was one of the first women in modern history to do it.” People said she had conquered Russia with Champagne; soon, London clubgoers simply asked for a bottle of “the Widow.”
As much about Champagne itself as about the woman who helped elevate it to celebrity status, “The Widow Clicquot” reveals that the wine’s history is as filled with faux folklore as a glass of it is with tiny bubbles. For one thing, Dom Pierre Pérignon did not invent it. The oft-told fable is that Dom Pérignon, the cellar master at the Hautvillers abbey, took a first sip and cried out to his fellow monks: “Come quickly! I am drinking the stars!” A charming tale, but bogus. Mazzeo says that for a decade after 1660, when Dom Pérignon gained fame as a master blender, he steadfastly worked at ways to prevent wine from developing bubbles. “In the 17th century,” she reports, “winemakers were anything but delighted by the voluntary sparkle that developed in their casks come spring.” Champagne did not even originate in France. While Dom Pérignon was struggling to stamp out bubbles, British oenophiles already were drinking sparkling wine made from Champagne grapes. Why? Customers rich enough to buy whole barrels realized they had to do something to keep their prize from turning to vinegar. They put still wine from Champagne into sturdy British bottles, sometimes with a little brandy to act as a preservative. At some point, somebody realized that sugar bottled with the wine would start a secondary fermentation, creating Champagne. Bubbly was not invented; it was discovered by accident.
At its beginning, Champagne scarcely resembled the dry, fine-fizzed champers we know today. Whereas a modern demi sec might contain 20 grams of sugar per bottle, the Champagne of Mme. Clicquot’s time held 10 or 15 times that much and was served as icy as a Slurpee. Nor did the original stuff have elegant little bubbles to tickle your nose. Veuve Clicquot customers complained about bubbles so big and gassy that they left the wine topped with a beery foam. Madame Clicquot disparagingly called the unwelcome froth “toad’s eyes,” and was determined to make better bubbles. Although she was head of the company, her devotion to the craft of wine making never wavered; she worked with her cellar master to devise a riddling rack to facilitate remuage, the process by which sediment is drawn from the liquid to the bottle’s neck. Her obsession with creating a beverage as clear as a flawless diamond may well have been her most important achievement. Without it, Mazzeo writes, “Champagne could never have become the world’s most famous wine.”
Jane and Michael Stern are the authors of “Roadfood.”

Árvore de Natal de Livros

Não tenho a fonte original da criação desta árvore de Natal. Tirei-a do blog Palavras Partilhadas, de Paula Silva. Achei a idéia fantástica ! E vocês ?

24 de dezembro de 2008

Mais um dia especial na Livraria Timbre

Este é o time da Livraria Timbre, que mais uma vez ofereceu um Natal de livros. Tive a oportunidade de participar deste momento especial, no qual a sensibilidade - com pessoas e livros - e a objetividade resultam num serviço de excelência. Na Timbre, todos os dias são especiais, mas no dia 24 é quando o atendimento é colocado a toda prova.
Na primeira foto: Sabrina, João, Janaína, Ana e Marcos.
Na segunda foto: Rosana e Kiki.
Na terceira e quarta fotos: a alegria de Janaína e João.
A vocês todos da Livraria Timbre o meu muito obrigada!

23 de dezembro de 2008

Estou Lendo...

A Kiki, da Livraria Timbre, me indicou Uma Real Leitora para ler, que já comecei a devorar. É um dos livros que recomendamos para presente de Natal. O livro fala sobre uma leitora, a Rainha, e a redescoberta da literatura. O guia no mundo dessa leitora é o personagem Norman, um rapaz que trabalha na cozinha do castelo e que é promovido a amanuense. Interessante palavra: amanuense - sempre encontrei esta palavra mas nunca soube o seu significado, que é pessoa que toma ditados, copia manuscritos, ou seja, um assistente literário (definição do próprio Alan Bennett). Numa das passagens do livro, a Rainha fala de como através da literatura passa a conhecer as pessoas. E é verdade, pois mesmo que seja ficção, através dos livros conhecemos pessoas de verdade, pois sobre quem escrevem os escritores ?E a partir do gosto por esse mundo, a Rainha passa a fazer a campanha da leitura, recomenda livros até para o seu motorista. Não vou me alongar, aliás, estou me segurando para não contar sobre a história. Descubram mais lendo Uma Real Leitora.
Sobre o Autor: Alan Bennett tornou-se um dos mais respeitados dramaturgos britânicos com Beyond the Fringe, nos anos 1960. Talking Heads, série para TV, é considerada um clássico dos tempos modernos, assim como muitas de suas obras para o palco como Forty Years On, The Lady in the Van, A Question of Attibution e As loucuras do rei George ( que o autor adaptou para o cinema, em uma produção indicada ao Oscar). Na Broadway, Fazendo história recebeu diversos prêmios, entre eles seis estatuetas do Tony (incluindo a de melhor peça).

22 de dezembro de 2008

Simplesmente Sophia

Estou dialogando com os blogs Palavras Partilhadas e Esquina do Desacato, que neste semana publicaram palavras sobre Fernando Pessoa e algumas poesias. Como vos disse anteriormente, prefiro simplesmente diálogos a monólogos. Portanto, trago para dialogar com Fernando Pessoa minha querida Sophia de Mello Breyner Andresen.
Desejo compartilhar convosco o belo Poesia ou a bela poesia.
Poesia Sophia de Mello Breyner Andresen
Se todo o ser ao vento abandonamos
E sem medo nem dó nos destruímos,
Se morremos em tudo o que sentimos
E podemos cantar, é porque estamos
Nus em sangue, embalando a própria dor
Em frente às madrugadas do amor.
Quando a manhã brilhar refloriremos
E a alma possuirá esse esplendor
Prometido nas formas que perdemos.

Danusia Barbara e Danuza Leão - 1001 Vinhos & Moby Dick

Encontro bárbaro de Danuza Leão e Danusia Barbara na Livraria Timbre ! Não percam !
Já publiquei um post sobre o livro da Danusa. Sobre o Guia Danusia Barbara de Restaurantes do Rio, nem preciso falar. É referência.
Agora, uma edição brasileira primorosa, lançada e elogiada recentemente, é Moby Dick, pela Cosac & Naify. Capa maravilhosa, informações para leitura, fortuna crítica, tradução - não foi à toa que Cora Rónai elogiou.
1001 vinhos para beber antes de morrer - dicas maravilhosas para uma vida longa!
Então? Não perca!

20 de dezembro de 2008

Mais Dicas de Natal da Livraria Timbre

Confesso que adoro fotografar prateleiras e vitrines de livrarias - preciso dizer qual em particular?
Bom, nesta reta final para a escolha de livros para presente de Natal, destaco:
Le Corbusier - Le Grand
Maravilhoso ! Quem ganhar não vai esquecer. Belo livro de arte e projetos.
À Mesa com Burle Marx
Projetos paisagísticos acompanhados de receitas deliciosas. Particularidade: a edição tem capas em cores diferentes: azul, vermelho, laranja, amarelo.
Isabel Allende e John Le Carré
Estão disponíveis os títulos mais recentes. Confira!
Uma Real Leitora
Livro despretensioso, com uma capa simples, mas que é uma leitura gostosa sobre uma biblioteca itinerante descoberta pela Rainha.
São tantas as dicas... Para o Papai Noel não será suplício algum escolher o presente lá ! Você sabe onde...

14 de dezembro de 2008

Outras Dicas de Natal da Livraria Timbre

Uma boa livraria deve ser viva. O que isso significa? Que precisa ter novidades, novas cores e formas que captem o olhar atendo do leitor, do cliente. Livrarias onde os livros não "respiram", tornam-se depósitos tristes e sem energia. A cada dia que entro na Timbre, novos livros surgem nas prateleiras, como se fosse um balé, onde um dá lugar ao outro para uma dança de pares. Esse balé facilita a busca do leitor por títulos novos ou por outros não tão recentes. É preciso estar atento às matérias que saem no jornal, ter os livros mencionados à mão. Seguir os livros adaptados ao cinema. Seguir a tendência de seus leitores. Oferecer autores de qualidade, às vezes não conhecidos do público, pois há poucos meios de divulgação do mercado editorial, comparado ao número de lançamentos. Há uma imagem romântica que persegue todo livreiro : a de que vive nas livraria somente para ler. Se não fosse o árduo e delicioso trabalho dos livreiros em escolher títulos, arrumar prateleiras e vitrines, preparar a casa para a festa de encontro dos livros com os leitores, com certeza, as pessoas não retornariam.
Bom, digo isso tudo para justificar que, além dos livros sugeridos no post anterior, surgem outras pérolas nas vitrines e prateleiras da Timbre.
Para os infantes, há o livro O Que É Que Tem o Meu Cabelo?, que tem como personagem um leão, de juba desgrenhada, que vem com espaços para as crianças colocarem seu rosto e ficar com jubas divertidas. Eu me identifiquei completamente com o leão! Não coloquei a imagem, mas outro livro que chegou e pelo qual me apaixonei foi 365 Pinguins. Ambos os livros muito bonitinhos e fofos!
Junto com a Agenda Carioca, temos agora o Guia de Restaurantes da Danusia Barbara e o Addresses, sempre úteis.
Na parte de Design de Interiores, a coleção The Way We Live In the City, By the Sea e With Colours. Se quiser conhecer mais sobre a coleção, leia meu post mais antigo sobre The Way We Live Alfresco.
E outro novo é New Art City, sobre o mundo das artes em Nova Iorque.
Na vitrine, há O Homem que Roubou Portugal, ná area de Jornalismo e que foi muito procurado no final de semana.
Como a livraria é viva, ao longo da semana vou apresentando outras novidades. Em tempo, já vou abrir o próximo livro da fila de leituras.
Surpresa até o próximo post O Que Estou Lendo Agora.

9 de dezembro de 2008

Dicas de Natal da Livraria Timbre

Não sei se a imagem ficará legível, mas insisti em colocá-la no blog para anunciar que estarei na Livraria Timbre no período de Natal, para reencontrar as pessoas e os livros. As dicas da Timbre são impecáveis. Há livros para todos os gostos: arte, romances, jornalismo, design. Para aqueles que gostam de dar e receber livros, será um prazer atendê-los neste lugar encantado. Meu horário será o da noite, a partir das 18 horas.
Meus amigos, leitores, apareçam !
Cliquem na imagem e espiem o que há de melhor para presentear.
Livraria Timbre
Shopping da Gávea
2º Piso
Rio de Janeiro
Tel. 2274-1146

8 de dezembro de 2008

Fazendo as Malas - Danuza Leão

Para começar, dá vontade de fazer as malas mesmo. A escrita de Danuza é gostosa e envolvente, ninguém pode negar. É uma escrita também cheia de vigor e vida. Sevilha, Lisboa, Paris e Roma. Faça as malas, já! É uma das dicas de presente de Natal da Livraria Timbre. E toda essa viagem causada por uma insônia! O interessante do livro é que as dicas são de quem vive no lugar, não aqueles mesmos roteiros que os guias de turismo indicam. Aliás, interessante esse negócio de escritores indicarem caminhos e peculiaridades das cidades, tal como fez Hemingway, (Paris é uma Festa), Gertrude Stein, Goethe, Edmund White, Fernando Pessoa, Jose de Saramago e tantos outros - perdoem-me a ignorância e o esquecimento de quem mais escreve sobre lugares do mundo.
Um dos trechos que mais gostei, justifico pela minha predileção e encanto pela forma como falam os portugueses:
"No Brasil, brinca-se muito com a maneira como falam os portugueses; porém, se refletirmos, veremos que eles fazem um uso da língua mais lógico que nós. Sua lógica é mais literal, digamos. Em Portugal, um brasileiro perguntou ao porteiro do hotel onde era o metrô, e ele respondeu: "Ora, abaixo". Se tivesse perguntado pela estação do metrô, a resposta não estaria certa, mas o metrô, é claro que está abaixo."

4 de dezembro de 2008

A Matemática da Formiga

Com muita felicidade soube que Daniela Beccaccia Versiani, minha amiga de PUC, lançou a 2ª edição de Matemática da Formiga (adoro esse título!). Um dos livros que está na minha lista de releitura, pois, como se não bastasse ler as novidades, ainda somos desejantes de reler obras que nos marcam e que carregam nossa alma dentro, nossas pegadas.
Vou dar voz à Daniela, colocando aqui alguns fragmentos do livro:
"Eu desejo em meu corpo a Via Láctea, um mar de estrelas espalhadas, lindas. Eu desejo profundamente a bondade de Deus. Ainda que eu saiba que sou apenas cultura concentrada em um corpo..."
"Quantas coisas se perdem, diluídas no tempo e no entanto, às vezes, naquela minúscula fração de segundos, também o tempo sofre as flexões, os diminutivos, os aumentativos, comprimindo-se ou distendendo-se com a necessidade dos vivo, de onde se conclui que a gramática já dava conta da teoria da relatividade muito antes de Einstein nascer."
Apesar de ter sido treinada para escrever sobre livros de forma mais técnica, prefiro recomendar livros com a paixão de leitora.
Abaixo, segue uma breve resenha de Cláudia Fonseca, publicada no Almanaque Virtual:
Cada vida humana segue um rumo diferente, e a sociedade caminha por um curso ilógico ou repleto de toda inexplicável lógica. A humanidade busca sua integração em um espaço cada vez mais fechado, que teoricamente possibilita a inclusão de todos, mas acaba excluindo muitos sem justificativa palpável. Esse cotidiano coletivo é regido por situações corriqueiras, mas que podem encantar, surpreender ou chocar por sua simplicidade, dramaticidade ou crueldade. No romance A matemática da Formiga, de Daniela Beccaccia Versiani, essa comum relação tão coerente, mas tão abstrata, é revelada em uma série de situações que seguem cálculos simples, quem sabe incompreensíveis, mas que estão lá e nunca falham. A obra que chega à segunda edição apresenta situações comuns, vividas por pessoas comuns. Nenhum fato surpreendente, nenhum grande acontecimento ou reviravolta. São apenas casos que ocorreriam com você, com seu vizinho, ou com seu amigo. Mas vão além de uma simples narrativa quando possibilitam uma análise sobre a condição humana ao expor questões religiosas, políticas e filosóficas a partir desses simples acontecimentos, vivenciados por personagens que têm relações em comum, mas nunca se encontram. Uma mulher se rende à agressão do marido pois precisa de alguém que cuide ela. Uma mãe não deixa que sua menina brinque com a filha da empregada. Um homem teme a morte por nunca ter pecado e, consequentemente, não ter motivos para sentir culpa, se arrepender e ser perdoado por Deus. Um jovem trabalhador negro é agredido por policiais que atribuem à sua cor a participação em uma gangue local. Um taxista é morto por discutir com um de seus passageiros. Realidades diferentes, interligadas de algum modo à mulher que narra sua vida insípida, e tem uma companheira distante e desconhecida, mas que serve como consolo para suas reflexões e desabafos. A linguagem poética utilizada por Daniela cria diferentes possibilidades de interpretação na narrativa de um simples sonho, uma ida ao supermercado, um banho demorado, um lençol lavado. Uma mulher tem muitos nomes, mas é uma só, em toda a sua vida. Todos os homens têm um nome só, mas parecem ser sempre os mesmos, nada muda, tudo continua igual. E cada um segue seu destino, tão comum e tão complexo, sem imaginar no vôo da borboleta do outro lado do continente, desconhecendo a matemática da formiga, tão desconexa, mas sempre presente.

3 de dezembro de 2008

Palavras Partilhadas - Prêmio Dardos

Hoje, tive a feliz notícia que o blog Palavras Partilhadas recebeu o Prêmio Dardos, que homenageia os blogs que transmitiem valores culturais, éticos, literários, pessoais, que demonstram a sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, entre as suas palavras. Esses selos foram criados com a intenção de promover a confraternização entre os bloguistas, uma forma de demonstrar carinho e reconhecimento por um trabalho que agregue valor à Web (palavras de Paula Silva).
Quem recebe o Prêmio Dardos e o aceita deve seguir algumas regras:1. Exibir a distinta imagem;2. Linkar o blogue pelo qual recebeu o prémio;3. Escolher 15 outros blogues a quem entregar o Prémio Dardos.
O blog Palavras Partilhadas indicou, em toda web, na sua lista de 15 blogs o Lector In Fabula. Desejo compartilhar com os leitores a felicidade deste reconhecimento colateral. Solicito aos leitores que participem com seus comentários e opiniões, para que se seja construída uma rede sem fronteiras neste mundo da arte que é a literatura.
E agradeço, particularmente, à Paula Silva e ao Palavras Partilhadas pela indicação.
Em homenagem às Terras Portuguesas, termino com palavras de Lídia Jorge:
"O Mundo é uma extensa narrativa, mas quem lhe tece a intriga, grande ou pequena, somos nós."