22 de janeiro de 2009

Isso é Coisa de Lilly...A Décima Terceira História

Mais um livro da Confraria dos 50
(Texto de Lilly na íntegra)
Nem bem acabei de ler Cem Anos de Solidão, no domingo à noite, e já engatei, segunda-feira, com A Décima Terceira História, de Diane Setterfield. Contrariando aquela máxima de que "não se escolhe o livro pela capa", eu faço isso direto, se não tenho indicações do autor. Afinal máximas, regras e mitos são pra serem testados mesmo. Desta vez nem folheei, simplesmente não resisti à “gostosa” aparência dele: um livro de bom tamanho e grossura, páginas amareladas, capa macia em tom vermelho vibrante e com duas frases em amarelo: “o maior fenômeno literário de 2006″ e “primeiro lugar na lista dos mais vendidos do NY Times”. Isso impressiona não? Este não foi o primeiro livro que escolhi pela capa e acertei. Pronto! Já me antecipei e contei que o livro é bom.
Sobre o Romance: A famosa escritora Vida Winter vive reclusa em sua luxuosa mansão. Agora, velha e doente, e depois de passar anos engendrando tramas e mistérios sobre suas origens, ela convida a biógrafa amadora, Margaret Lea, a escrever suas memórias. Ela contará toda a verdade desde que Margaret ouça e não pergunte nada, e nem interfira. Sem pensar, aceita o convite de Vida e muda-se para sua mansão. Margaret é uma moça de 30 anos,culta, filha de um colecionador de livros. Mantém um excelente relacionamento com o pai, que é também seus cúmplice e amigo e tem um relacionamento difícil com a mãe. A perda de sua irmã gêmea (Moira) quando recém nascida ainda a assombra, um fato que ela omite de todos. Na mansão, envolvida com o enredo que Vida vai lhe fornecendo, Margaret começa a pesquisar seu passado para checar as informações descobrindo fatos sobre a estranha família da escritora. Vida começa a narração em terceira pessoa, como se ela fosse uma testemunha dos fatos ocorridos, sutilmente ela passa a narra em primeira pessoa. Até quase o final ficamos em duvida quanto a sua real identidade. O livro faz homenagens a clássicos da literatura inglesa ao citar Jane Eyre, Rebecca e as obras de Sir Arthur Conan Doyle.

Nenhum comentário: