12 de dezembro de 2010

Mil dias na Toscana

Depois de Peter Mayle e Frances Mayes, que deixaram um espaço vazio para os fiéis leitores nos últimos tempos, o Brasil consagra Marlena de Blasi como uma nova escritora de romances de viagem e gastronomia. Acaba de ser publicado pela Editora Sextante o terceiro romance traduzido de Marlena de Blasi, que já escreveu sobre a Sicilia e sobre Veneza - foi sucesso de leitura. Para o Natal e para as férias, Lector in Fabula recomenda a companhia de Mil dias na Toscana - pode haver algo mais delicioso?

1 de dezembro de 2010

29 de novembro de 2010

Relatos de Robert Capa


 Excelente presente de natal:

Robert Capa (1913-1954), o mitológico fotógrafo que produziu os mais incríveis registros de guerra mostra que também é um contador de histórias nato. Em seus relatos, ele fala de sua vida privada e profissional, das suas experiências como correspondente de guerra, da convivência com seus amigos John Steinbeck e Ernest Hemingway, e de sua namorada, a atriz Ingrid Bergman. Capa, que dizia que suas imagens eram “ligeiramente fora de foco, um pouco sub-expostas e a composição não é nenhuma obra de arte”, cativa o leitor numa narrativa fluente e hipnótica, com simplicidade e humor, compondo um brilhante relato histórico.(texto da editora Cosac Naify)

Literatura Argentina: Bioy Casares

Uma das mais importantes obras de Adolfo Bioy Casares (1914-1999), Diário da guerra do porco foi escrito em 1968, quando o escritor sentiu a velhice se aproximar. O autor narra a história de Isidro Vidal, um senhor aposentado que vive com seu filho em um populoso casarão e passa as noites com os amigos jogando cartas e bebendo fernet. Após um desses encontros, o grupo de amigos presencia a morte de um velho, assassinado a pauladas por um bando de jovens. O episódio revela uma onda de perseguição aos anciãos de Buenos Aires, considerados “lentos, inúteis e prejudiciais à sociedade”. Hordas de jovens saem às ruas para caçar e exterminar impiedosamente os velhos. Vidal e seus amigos então precisam reaprender a se movimentar pela cidade, transformada em um campo de batalha. Em meio à violência – real e simbólica –, o protagonista é surpreendido pelo amor de uma mulher mais jovem. Ao falar da passagem do tempo, de maneira delicada porém irônica, Bioy coloca em funcionamento alguns de seus mecanismos preferidos: a atmosfera de sonho, a construção rigorosa da trama, a prosa elegante e o fantástico do argumento.(texto da editora Cosac Naify)

27 de novembro de 2010

20 de novembro de 2010

José Eduardo Agualusa

Acabei de ler, na semana que passou , Bilionários por Acaso - A Criação do Facebook, de Ben Mezrich, editado pela Instrínseca. Achei o livro interessante e empolgante, nada chata a leitura. Aliás, a adaptação do filme está bem fiel ao livro. Leiam, pois a história, além de estudo de caso da startup, mostra como vivemos hoje, como o mundo digital está promovendo uma mudança cultural cada vez mais rápida. Agora, eu ia partir para a leitura de A Revolução de Atlas, de Ayn Rand, mas acho que Milagrário Geral, recente romance de José Eduardo Agualusa, vai passar a frente. 

Leiam a sinopse da editora  Língua Geral:

Iara é uma jovem linguista portuguesa. Com o auxílio de um programa de computador, seu trabalho é recolher as palavras novas que chegam à língua todos os dias e dicionarizar aquelas que de fato configuram neologismos. Uma tarefa nem sempre gratificante: na maior parte das vezes, os neologismos são palavras de pouco interesse, em geral oriundas do inglês. Um dia, porém, Iara faz uma incrível descoberta: alguém, ou alguma coisa, está subvertendo a língua portuguesa, a nível global, de forma insidiosa, porém avassaladora e irremediável. Maravilhada, perplexa e assustada, a jovem procura a ajuda de um professor, um velho anarquista angolano de passado sombrio, e os dois partem para o Brasil em busca de uma coleção de misteriosas palavras que, a acreditar num documento do século XVII, teriam sido roubadas à “língua dos pássaros”. "Milagrário pessoal" é um romance de amor e, ao mesmo tempo, uma viagem através da história da língua portuguesa, das suas origens à atualidade, percorrendo os diferentes territórios geográficos aos quais a mesma vem se afeiçoando.


24 de outubro de 2010

Carolina Pinho compartilha leitura de O tempo entre costuras

O ótimo livro de estréia de Maria Dueñas retrata o protetorado espanhol no Marrocos durante a guerra civil espanhola e a segunda guerra mundial. A escrita envolvente narra a trajetória de Sira através dos anos.“Tempo entre Costuras”, além de um romance de formação, é também uma novela de espionagem. Posso até dizer que é um romance de formação de espiã. Sira, nossa heroína, é uma jovem aprendiz de costureira no início da trama e por uma série de circunstâncias acaba no Marrocos com um grande dívida. A necessidade de limpar seu nome e de sobreviver faz com que Sira se envolva em alguns esquemas ilegais para criar seu Chez Sira, um ateliê de costura para a elite do protetorado. É quando Sira ganha um "h" ao final do nome que os personagens fictícios passam a cruzar com importantes personagens históricos. É nesse momento também que somos lembrados do papel da península Ibérica durante a Segunda Guerra. Portugal e Espanha ficaram infestados de espiões tanto Aliados quanto do Eixo, uma situação que poderia gerar muitas histórias. Aqui Dueñas explora a situação de Portugal com uma ida de Sira a Lisboa. Essa passagem me fez lembrar de outro bom livro que fala sobre o mesmo período, o muito bom “Enquanto o Ditador Dormia”. Voltando as costura de Sira, o livro ganha outro ritmo depois que o ateliê se muda para Madri e a trama de espionagem se intensifica. É verdade que muitas histórias e ainda mais personagens secundários são simplesmente esquecidos, isso deixa o leitor com um gostinho de quero mais. Isso é um problema, mas acho que mais grave é o fato de que o livro acaba em um momento quente da história. Entendo que Dueñas termina o livro em um momento em que Sira toma as rédias de sua vida, mas ela escreveu algo mais do que simplesmente um romance de formação e ela parece não perceber isso.

“Tempo Entre Costuras” é um ótimo livro, envolvente mesmo, mas ao deixar algumas histórias incompletas e não desenvolver mais a trama de espionagem tira um pouco o brilho do livro.

21 de outubro de 2010

A Revolta de Atlas

Este não pode ficar do lado de fora da Lista de Leituras de 2010!

Na mitologia grega, o titã Atlas recebe de Zeus o castigo eterno de carregar nos ombros o peso dos céus. Neste clássico romance de Ayn Rand, os pensadores, os inovadores e os indivíduos criativos suportam o peso de um mundo decadente enquanto são explorados por parasitas que não reconhecem o valor do trabalho e da produtividade e que se valem da corrupção, da mediocridade e da burocracia para impedir o progresso individual e da sociedade. Mas até quando eles vão aguentar? Considerado o livro mais influente nos Estados Unidos depois da Bíblia, segundo a Biblioteca do Congresso americano, A revolta de Atlas é um romance monumental. A história se passa numa época imprecisa, quando as forças políticas de esquerda estão no poder. Último baluarte do que ainda resta do capitalismo num mundo infestado de repúblicas populares, os Estados Unidos estão em decadência e sua economia caminha para o colapso. Nesse cenário desolador em que a intervenção estatal se sobrepõe a qualquer iniciativa privada de reerguer a economia, os principais líderes da indústria, do empresariado, das ciências e das artes começam a sumir sem deixar pistas. Com medidas arbitrárias e leis manipuladas, o Estado logo se apossa de suas propriedades e invenções, mas não é capaz de manter a lucratividade de seus negócios. Mas a greve de cérebros motivada por um Estado improdutivo à beira da ruína vai cobrar um preço muito alto. E é o homem – e toda a sociedade – quem irá pagar. Ayn Rand traça um panorama estarrecedor de uma realidade em que o desaparecimento das mentes criativas põe em xeque toda a existência. Com personagens fascinantes, como o gênio criador que se transforma num playboy irresponsável, o poderoso industrial do aço que não sabe que trabalha para a própria destruição e a mulher de fibra que tenta recuperar uma ferrovia transcontinental, a autora apresenta os princípios de sua filosofia: a defesa da razão, do individualismo, do livre mercado e da liberdade de expressão, bem como os valores segundo os quais o homem deve viver – a racionalidade, a honestidade, a justiça, a independência, a integridade, a produtividade e o orgulho. Best-seller há mais de 50 anos, com 11 milhões de exemplares vendidos no mundo inteiro, A revolta de Atlas – publicado no Brasil na década de 1980 com o título Quem é John Galt? – desafia algumas das crenças mais arraigadas da sociedade atual. Sua mensagem transformadora conquistou uma legião de leitores e fãs: cada indivíduo é responsável por suas ações e por buscar a liberdade e a felicidade como valores supremos.

14 de outubro de 2010

10 de outubro de 2010

8 de outubro de 2010

O desafio de ler Ian McEwan


Mas acho que desta vez vai...ontem chegou à Livraria Timbre o lançamento: Solar. Apesar da capa trazer um urso polar morto, que tem tudo a ver com o título, ela tem um efeito interessante que só ao vivo e a cores pode ser percebido.

Trecho da Editora Companhia das Letras:

O ano é 2000. A maré de más notícias sobre o clima e o aquecimento global inunda o noticiário. Impossível ignorar o destino trágico do planeta Terra, traçado pelos especialistas com funesto alarde. Michael Beard, cientista consagrado e prêmio Nobel de física, não parece nada preocupado. Seus interesses atuais se limitam a fantasias eróticas - concretizadas ou não -, bebida e mesa farta, de preferência repleta de guloseimas pouco recomendáveis para um homem de sua idade. Autoindulgente e cínico, Beard não se comove mais com as homenagens que lhe são periodicamente oferecidas, apesar de apreciar as quantias que costumam acompanhá-las. Entrementes, o governo britânico, preocupado com as repercussões eleitorais do aquecimento global, resolve criar o Centro Nacional de Energia Renovável, e Beard é convenientemente convidado para sua presidência. Alheio, rodeado de pós-graduandos inexperientes e às voltas com um malfadado projeto de turbina eólica, o protagonista de Solar está obcecado pela traição de Patrice, sua quinta e jovem mulher. Apesar de ele mesmo lhe ter sido assiduamente infiel, não consegue compreender como pôde ser trocado por um pedreiro brutamontes e semianalfabeto. 


5 de outubro de 2010

Em busca de novas formas textuais...


A literatura tem se manifestado de diferentes formas, em meios que a contemporaneidade oferece. Formas visuais, eletrônicas, auditivas. Experimentações literárias atravessam o tempo. Tento encontrar uma ou outra iniciativas e trazê-las para o leitor. Tal como novas formas, ou meios, surge um novo leitor. E como reagimos ao texto falado, não sendo deficientes visuais?  Experimentem Confessionário Urbano e tragam suas impressões. Ou participem, como propõem a autora.

Alta Temporada de Leitura (3)

Chega às livraria Os Íntimos, de Inês Pedrosa, autora do sucesso Fazes-Me Falta.

4 de outubro de 2010

1 de outubro de 2010

Literatura Argentina (3)


Um mistério, um personagem que parte, vai embora e depois de 30 anos ressurge.Texto esplendoroso deste escritor argentino. Belo texto, excelente tradução e uma capa linda...tipicamente argentina. Se recomendo a leitura? De olhos fechados!

Texto da Companhia das Letras:
Reunindo alguns dos personagens que o leitor já conhece de outros livros de Juan José Saer, O grande é uma peça-chave na composição que o escritor argentino construiu livro a livro sobre um mesmo tema de fundo: o tempo que passa. Há pouco mais de trinta anos, sem anunciar sua partida a ninguém, Willi Gutiérrez simplesmente se evaporou do cenário de sua juventude. Os amigos souberam que ele fora viver na Itália, onde se tornara roteirista de cinema. Da mesma forma inesperada, um dia ele se materializa em Rincón, cidadezinha próxima de Santa Fe: compra uma casa, localiza os antigos amigos e convida a todos para um churrasco no domingo seguinte. O grande é composto por sete capítulos, correspondentes aos dias da semana. Começa numa terça-feira e acaba na segunda-feira posterior à grande reunião de domingo. O último capítulo, interrompido pela morte do autor, só tem uma frase, mas sabe-se que Saer planejara que ele fosse muito curto - um arremate para as indagações de longo fôlego que culminaram no churrasco de domingo.

30 de setembro de 2010

Isabel Allende assina Petição 1BillionHungry da FAO




A FAO, Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, lançou no dia 11 de maio uma petição on-line pedindo que as pessoas fiquem furiosas com o fato que cerca de um bilhão de pessoas no mundo viva com fome. O projeto 1billionhungry (um bilhão com fome, na tradução literal), usa imagens e mensagens fortes para chamar atenção ao problema e pedir um basta à fome. Um apito amarelo funciona como símbolo da campanha, encorajando as pessoas a apitar contra a fome. Uma petição global online insta os governos a fazer da erradicação da fome sua principal prioridade.

Se o mundo continuar no mesmo ritmo de redução da fome, o Objetivo de Desenvolvimento do Milênio de reduzir pela metade o percentual de pessoas com fome até 2015 não será alcançado. Da cerca de um bilhão de pessoas com fome, 642 milhões vivem na Ásia e no Pacífico, 265 milhões na África Subsaariana, 53 milhões na América Latina e Caribe, 42 no Oriente Médio e norte da África e 15 milhões em países desenvolvidos. A FAO estima que a produção agrícola global precise aumentar em 70% para alimentar uma população estimada em nove bilhões de pessoas em 2050.

Mais informação:
Projeto 1billionhungry:  http://www.1billionhungry.org/coep/


NÓS, OS QUE APOIAMOS ESTA PETIÇÃO, ACHAMOS INACEITÁVEL QUE PERTO DE 1BILHÃO DE PESSOAS SOFRA DE FOME CRÔNICA. ATRAVÉS DAS NAÇÕES UNIDAS, PEDIMOS AOS GOVERNOS QUE CONSIDEREM A ELIMINAÇÃO DA FOME COMO A SUA MÁXIMA PRIORIDADE ATÉ QUE AQUELE OBJETIVO SEJA ATINGIDO.

SEJA EMBAIXADOR(A) DESTA CAUSA, DÊ SEU APITAÇO CONTRA A FOME !


Livro sobre Editores, Escritores e Livros

22 de setembro de 2010

Alta Temporada de Leituras

Gabriel Lightfoot é chef de cozinha em um hotel londrino, o Imperial. Ele chefia uma equipe que mais parece uma força-tarefa da ONU, com imigrantes de toda parte do mundo. Entre facas e panelas, entre africanos, russos e indianos, dois estrangeiros irão desestabilizar a vida de Gabe: Yuri, faxineiro que morre no subsolo do restaurante e agora vive nos pesadelos do chef. E Lena, bielorrussa surgida como um fantasma para atormentar seus dias. Microcosmo de uma nação composta por várias culturas, Na cozinha, terceiro romance da bengalesa radicada em Londres, Monica Ali, retrata os atritos, rusgas e percalços comuns a um país que se esforça para manter-se único, sem apagar as diferenças.

Gabe estava prestes a realizar alguns de seus maiores sonhos: abrir seu próprio restaurante, agora que encontrou dois empresários dispostos a investir em sua ideia, e casar-se com Charlie, com quem gostaria de ter filho logo. Tudo parecia estar saindo como planejado quando, de uma hora para outra, o corpo do auxiliar de cozinha ucraniano é encontrado inerte no porão do Hotel Imperial. Cabe a Gabriel falar com os funcionários, buscar informações que possam ajudar a polícia a esclarecer o que levou Yuri à morte.

Nesta busca por informações, Gabriel cruza com Lena, funcionária recém-contratada pelo restaurante e última pessoa a conversar com o ucraniano. Desesperado por livrar-se logo desse incômodo, ele envolve-se com a garota a fim de arrancar alguma pista, mesmo que esse relacionamento possa parecer estranha aos olhos da namorada, Charlie, a bela cantora de bar com quem pretende se casar.

Em paralelo, Gabriel é informado pela irmã Jenny que o pai, de quem estava afastado há tempos, está com câncer. O remorso o leva até sua cidade natal, onde encontra não apenas a família, mas segredos desconfortáveis do passado e confirma que relacionamentos familiares podem ser ainda mais espinhosos do que ele imaginava. Pressionado por todos os lados, o chef não encontra paz nem durante a noite, atormentado por sonhos bizarros.

Monica Ali insere o leitor em um universo bem particular na cosmopolita Londres. Mais que explorar os problemas da vida do protagonista, ela aborda questões relacionadas a estrangeiros, imigrantes ilegais, que vivem e buscam um espaço na mutante capital inglesa. Preconceito, racismo, homofobia são alguns dos temas abordados pela escritora, mostrando situações nem sempre fáceis de serem digeridas.

(Texo de divulgação da editora)

21 de setembro de 2010

20 de setembro de 2010

Lembram da Sombra do Vento?

Este é um novo sucesso, tal como A Sombra do Vento.
Não perca essa leitura!
Ela já passou a frente na minha pilha de livros!


8 de setembro de 2010

Isso é Coisa de Lilly está no 24º Livro de 2010


Da mesma autora de  A distancia entre nós, Thrity Umrigar. Eu li este livro bem devagar, contrariando o meu jeito de ler. Aliás, da mesma forma que li Comer, Rezar, Amar. É um livro sobre diferenças culturais. Themina, que ao ficar viúva de Rustom, com quem foi casada 40 anos, aceita o convite para passar uns tempos em Ohio na casa de seu unico filho Sorab e a esposa, Susan. Themi não consegue entender o jeito americano de viver e o tempo todo se sente um fardo para o filho e a nora. A duvida que a assalta é: volta para Mumbai onde ela viveu a vida toda ou fica alí em Ohio com os unicos parentes que tem? Um livro lindo. Eu fiquei o tempo todo pensando em uma *amiga que mora na Índia. Sempre que conversamos eu pergunto o que ela comeu naquele dia, onde foi, se veste sáris…Acho que ela não entende esta minha curiosidade em relação a India, mas aos poucos entendo como deve ser dificil para ela conviver com pessoas tão encapsuladas dentro da sua cultura.

(texto de Lilly na íntegra)

* Zenaide, Lata de Luxo.

27 de agosto de 2010

Leitura recomendada

Saiu na Época desta semana uma excelente matéria sobre o livro de Lijia Zhang. Esta frase de Lijia diz muita coisa: "o conforto tira a vontade de lutar." Uma biografia e tanto. Leia+ aqui.




9 de agosto de 2010

Vou iniciar a leitura de...


Parece uma mistura de Amélie Nothomb, Haruki Murakami, Blade Runner. Estou apostando na leitura do mais novo romance do escritor brasileiro João Paulo Cuenca. Mais no site da Companhia das Letras.

6 de agosto de 2010

1 de agosto de 2010