6 de janeiro de 2010

Mercado editorial brasileiro usa pesquisa para mapear potenciais países compradores

Por Nahima Maciel para o Correio Braziliense
Os livros infanto juvenis brasileiros têm boa receptividade nos mercados editoriais de Coreia do Sul, Peru, Reino Unido e Canadá. Na Alemanha, são vistos com o nariz torcido por causa das ilustrações e, em Portugal, a rejeição é total. Eventualmente, é preciso até mesmo investir em "traduções" para que os livros sejam aceitos. A Romênia não gosta do conteúdo e a desorganização na Rússia impede o fechamento de negócios. No quesito obras gerais - o que inclui livros técnicos, não ficção e ficção - o cenário muda um pouco. Se o conteúdo for exótico, pode despertar o interesse na França e na Alemanha. Na Espanha não tem jeito, a rejeição é imensa e, em Israel, o desconhecimento em relação ao Brasil é tão grande que não há o menor interesse nos livros brasileiros. As conclusões estão num estudo realizado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex), em parceria com a Câmara Brasileira do Livro (CBL), para avaliar a potencialidade dos mercados editoriais em 33 países. As conclusões resultam da análise dos representantes das 42 editoras que participaram da pesquisa. Após uma análise quantitativa dos mercados estrangeiros feita pela Apex, os empresários se reuniram para avaliar como percebiam as possibilidades de negócios fora do país. Com foco nos segmentos de livros infanto juvenis, religiosos, técnicos e gerais (incluindo ficção e não ficção), o estudo revelou curiosidades sobre o interesse pelas publicações brasileiras.
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Fonte: PublishNews

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