4 de abril de 2010

Marina Fiorato

Uma das leituras de que mais gosto é a leitura de romances históricos. Alguns leves, outro mais pesados. Se traz informação histórica e é bem escrito, vale a pena. Na memória, Maurice Druon, que escreveu Os Reis Malditos; Jean Plaidy, que escreveu A Saga dos Plantagenetas, entre outros; Muriel Romana, que escreveu sobre Marco Polo; Valerio Massimo Manfredi, que escreveu belamente sobre Alexandre, O Grande; e Christina Jacq, que fez ressurgir todos os romances anteriores. Do rol de leituras de 2009, trago O Soprador de Vidro, de Marina Fiorato. Há dois protagonistas, cuja histórias desenvolvem-se alternadamente ao longo dos capítulos. Tudo se passa nos dias de hoje e no século XVII, em Murano. Muita informação curiosa, por exemplo, eu não sabia que os candelabros eram transportados em barris cheios de água - para não quebrar! Sabia da importância da arte do vidro para a economia italiana, mas não sabia o quanto. Outro romance da autora que foi traduzido para o português é A Dama das Amêndoas, que não li. Mas recomendo O Soprador de Vidro, com muito prazer!

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