24 de maio de 2010

Agora eu leio Bolaño

Depois de assistir Joca Reiners Terron falando sobre o livro 2666 de Bolaño, não é possível que eu ainda fuja deste autor chileno. Talvez minha timidez tenha se dado pela cidadania do autor: chileno, mas pertencente ao mundo e a lugar algum. Talvez tenha sido pelo fato do escritor catalão Enrique Vila-Matas mencioná-lo tanto - acabei ficando enjoada... Mas, a redenção veio ao saber que Susan Sontag gostava de Roberto Bolaño. E assim o chileno chegou ao Brasil. Seja como for...
"A primeira vez que Jean-Claude Pelletier leu Benno von Archimboldi foi no Natal de 1980, em Paris, onde fazia estudos universitários de literatura alemã, aos dezenove anos de idade. O livro era D'Arsonval. O jovem Pelletier então ignorava que esse era parte de uma trilogia (formada por O Jardim, de tema inglês, A Máscara de couro, de tema polonês, assim como D'Arsonval era, evidentemente, de tema francês), mas essa ignorância ou esse vazio ou esse desleixo bibliográfico, que só podia ser atribuído à sua extrema juventude, não subtraiu em nada o deslumbramento e a admiração que o romance lhe causou." In: 2666 - p. 15

3 comentários:

Diana disse...

Oi, Nelina
Boa sorte com a leitura do 2666, espero que não atrapalhe o Desafio 50 livros!
E obrigada por colocar o link pra gente no seu blog.

Beijos,
- Diana

Companhia disse...

Olá, Nelida,

A Companhia das Letras lançou em Maio "2666", um dos livros mais aguardados do ano. Para comemorar, elaboramos o Concurso Bolañomania.

Envie para nós uma resenha de até 2 mil toques de um dos livros ou contos de Roberto Bolaño publicados pela Companhia das Letras.

As cinco melhores resenhas ganharão uma sacola comemorativa do lançamento de 2666 com um exemplar do livro. A melhor resenha também será publicada no blog.



Acesse:

http://www.blogdacompanhia.com.br/concurso-bolanomania/

Nelida Capela disse...

Lector in Fabula agradece as visitas de Diana e Companhia das Letras. Vamos divulgar o concurso de resenhas!