8 de outubro de 2010

O desafio de ler Ian McEwan


Mas acho que desta vez vai...ontem chegou à Livraria Timbre o lançamento: Solar. Apesar da capa trazer um urso polar morto, que tem tudo a ver com o título, ela tem um efeito interessante que só ao vivo e a cores pode ser percebido.

Trecho da Editora Companhia das Letras:

O ano é 2000. A maré de más notícias sobre o clima e o aquecimento global inunda o noticiário. Impossível ignorar o destino trágico do planeta Terra, traçado pelos especialistas com funesto alarde. Michael Beard, cientista consagrado e prêmio Nobel de física, não parece nada preocupado. Seus interesses atuais se limitam a fantasias eróticas - concretizadas ou não -, bebida e mesa farta, de preferência repleta de guloseimas pouco recomendáveis para um homem de sua idade. Autoindulgente e cínico, Beard não se comove mais com as homenagens que lhe são periodicamente oferecidas, apesar de apreciar as quantias que costumam acompanhá-las. Entrementes, o governo britânico, preocupado com as repercussões eleitorais do aquecimento global, resolve criar o Centro Nacional de Energia Renovável, e Beard é convenientemente convidado para sua presidência. Alheio, rodeado de pós-graduandos inexperientes e às voltas com um malfadado projeto de turbina eólica, o protagonista de Solar está obcecado pela traição de Patrice, sua quinta e jovem mulher. Apesar de ele mesmo lhe ter sido assiduamente infiel, não consegue compreender como pôde ser trocado por um pedreiro brutamontes e semianalfabeto. 


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