20 de novembro de 2010

José Eduardo Agualusa

Acabei de ler, na semana que passou , Bilionários por Acaso - A Criação do Facebook, de Ben Mezrich, editado pela Instrínseca. Achei o livro interessante e empolgante, nada chata a leitura. Aliás, a adaptação do filme está bem fiel ao livro. Leiam, pois a história, além de estudo de caso da startup, mostra como vivemos hoje, como o mundo digital está promovendo uma mudança cultural cada vez mais rápida. Agora, eu ia partir para a leitura de A Revolução de Atlas, de Ayn Rand, mas acho que Milagrário Geral, recente romance de José Eduardo Agualusa, vai passar a frente. 

Leiam a sinopse da editora  Língua Geral:

Iara é uma jovem linguista portuguesa. Com o auxílio de um programa de computador, seu trabalho é recolher as palavras novas que chegam à língua todos os dias e dicionarizar aquelas que de fato configuram neologismos. Uma tarefa nem sempre gratificante: na maior parte das vezes, os neologismos são palavras de pouco interesse, em geral oriundas do inglês. Um dia, porém, Iara faz uma incrível descoberta: alguém, ou alguma coisa, está subvertendo a língua portuguesa, a nível global, de forma insidiosa, porém avassaladora e irremediável. Maravilhada, perplexa e assustada, a jovem procura a ajuda de um professor, um velho anarquista angolano de passado sombrio, e os dois partem para o Brasil em busca de uma coleção de misteriosas palavras que, a acreditar num documento do século XVII, teriam sido roubadas à “língua dos pássaros”. "Milagrário pessoal" é um romance de amor e, ao mesmo tempo, uma viagem através da história da língua portuguesa, das suas origens à atualidade, percorrendo os diferentes territórios geográficos aos quais a mesma vem se afeiçoando.


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