30 de setembro de 2010

Isabel Allende assina Petição 1BillionHungry da FAO




A FAO, Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, lançou no dia 11 de maio uma petição on-line pedindo que as pessoas fiquem furiosas com o fato que cerca de um bilhão de pessoas no mundo viva com fome. O projeto 1billionhungry (um bilhão com fome, na tradução literal), usa imagens e mensagens fortes para chamar atenção ao problema e pedir um basta à fome. Um apito amarelo funciona como símbolo da campanha, encorajando as pessoas a apitar contra a fome. Uma petição global online insta os governos a fazer da erradicação da fome sua principal prioridade.

Se o mundo continuar no mesmo ritmo de redução da fome, o Objetivo de Desenvolvimento do Milênio de reduzir pela metade o percentual de pessoas com fome até 2015 não será alcançado. Da cerca de um bilhão de pessoas com fome, 642 milhões vivem na Ásia e no Pacífico, 265 milhões na África Subsaariana, 53 milhões na América Latina e Caribe, 42 no Oriente Médio e norte da África e 15 milhões em países desenvolvidos. A FAO estima que a produção agrícola global precise aumentar em 70% para alimentar uma população estimada em nove bilhões de pessoas em 2050.

Mais informação:
Projeto 1billionhungry:  http://www.1billionhungry.org/coep/


NÓS, OS QUE APOIAMOS ESTA PETIÇÃO, ACHAMOS INACEITÁVEL QUE PERTO DE 1BILHÃO DE PESSOAS SOFRA DE FOME CRÔNICA. ATRAVÉS DAS NAÇÕES UNIDAS, PEDIMOS AOS GOVERNOS QUE CONSIDEREM A ELIMINAÇÃO DA FOME COMO A SUA MÁXIMA PRIORIDADE ATÉ QUE AQUELE OBJETIVO SEJA ATINGIDO.

SEJA EMBAIXADOR(A) DESTA CAUSA, DÊ SEU APITAÇO CONTRA A FOME !


Livro sobre Editores, Escritores e Livros

22 de setembro de 2010

Alta Temporada de Leituras

Gabriel Lightfoot é chef de cozinha em um hotel londrino, o Imperial. Ele chefia uma equipe que mais parece uma força-tarefa da ONU, com imigrantes de toda parte do mundo. Entre facas e panelas, entre africanos, russos e indianos, dois estrangeiros irão desestabilizar a vida de Gabe: Yuri, faxineiro que morre no subsolo do restaurante e agora vive nos pesadelos do chef. E Lena, bielorrussa surgida como um fantasma para atormentar seus dias. Microcosmo de uma nação composta por várias culturas, Na cozinha, terceiro romance da bengalesa radicada em Londres, Monica Ali, retrata os atritos, rusgas e percalços comuns a um país que se esforça para manter-se único, sem apagar as diferenças.

Gabe estava prestes a realizar alguns de seus maiores sonhos: abrir seu próprio restaurante, agora que encontrou dois empresários dispostos a investir em sua ideia, e casar-se com Charlie, com quem gostaria de ter filho logo. Tudo parecia estar saindo como planejado quando, de uma hora para outra, o corpo do auxiliar de cozinha ucraniano é encontrado inerte no porão do Hotel Imperial. Cabe a Gabriel falar com os funcionários, buscar informações que possam ajudar a polícia a esclarecer o que levou Yuri à morte.

Nesta busca por informações, Gabriel cruza com Lena, funcionária recém-contratada pelo restaurante e última pessoa a conversar com o ucraniano. Desesperado por livrar-se logo desse incômodo, ele envolve-se com a garota a fim de arrancar alguma pista, mesmo que esse relacionamento possa parecer estranha aos olhos da namorada, Charlie, a bela cantora de bar com quem pretende se casar.

Em paralelo, Gabriel é informado pela irmã Jenny que o pai, de quem estava afastado há tempos, está com câncer. O remorso o leva até sua cidade natal, onde encontra não apenas a família, mas segredos desconfortáveis do passado e confirma que relacionamentos familiares podem ser ainda mais espinhosos do que ele imaginava. Pressionado por todos os lados, o chef não encontra paz nem durante a noite, atormentado por sonhos bizarros.

Monica Ali insere o leitor em um universo bem particular na cosmopolita Londres. Mais que explorar os problemas da vida do protagonista, ela aborda questões relacionadas a estrangeiros, imigrantes ilegais, que vivem e buscam um espaço na mutante capital inglesa. Preconceito, racismo, homofobia são alguns dos temas abordados pela escritora, mostrando situações nem sempre fáceis de serem digeridas.

(Texo de divulgação da editora)

21 de setembro de 2010

20 de setembro de 2010

Lembram da Sombra do Vento?

Este é um novo sucesso, tal como A Sombra do Vento.
Não perca essa leitura!
Ela já passou a frente na minha pilha de livros!


8 de setembro de 2010

Isso é Coisa de Lilly está no 24º Livro de 2010


Da mesma autora de  A distancia entre nós, Thrity Umrigar. Eu li este livro bem devagar, contrariando o meu jeito de ler. Aliás, da mesma forma que li Comer, Rezar, Amar. É um livro sobre diferenças culturais. Themina, que ao ficar viúva de Rustom, com quem foi casada 40 anos, aceita o convite para passar uns tempos em Ohio na casa de seu unico filho Sorab e a esposa, Susan. Themi não consegue entender o jeito americano de viver e o tempo todo se sente um fardo para o filho e a nora. A duvida que a assalta é: volta para Mumbai onde ela viveu a vida toda ou fica alí em Ohio com os unicos parentes que tem? Um livro lindo. Eu fiquei o tempo todo pensando em uma *amiga que mora na Índia. Sempre que conversamos eu pergunto o que ela comeu naquele dia, onde foi, se veste sáris…Acho que ela não entende esta minha curiosidade em relação a India, mas aos poucos entendo como deve ser dificil para ela conviver com pessoas tão encapsuladas dentro da sua cultura.

(texto de Lilly na íntegra)

* Zenaide, Lata de Luxo.