20 de março de 2011

Literatura Abreviada por Enrique Vila-Matas

Adoro esse escritor catalão que em seus romances sempre privilegia a história do escritor e como esta influencia o seu oficio.Leia o resumo da editora Cosac Naify:

A história  conta a ensandecida trajetória de um grupo de intelectuais, pintores e escritores que, em 1924, decidem fundar uma sociedade secreta. Conhecidos como portáteis ou shandys – uma homenagem ao Tristram Shandy, de Laurence Sterne – o grupo, seletíssimo e obscuro, tem entre seus ideais o amor à escrita como diversão, o espírito inovador e a autoria de obras que pudessem caber facilmente em uma maleta. O projeto gráfico da edição acompanha a identidade visual da coleção, porém em formato especial, de bolso, num tributo aos shandys do autor. Em 2011, a Cosac Naify também lança Dublinesca, romance mais recente de Vila-Matas, inédito no Brasil.

19 de março de 2011

Um dos mistérios do mundo: a ficção

Há vários mistérios no mundo, mas o da ficção é um dos mais perseguidos. Como entender, mensurar, fracionar, laminar o processo e aspectos que envolvem uma narrativa brilhante, emocionate? Para nós leitores, basta-nos o prazer de ler uma história bem contada, que toque, que emocione, nos faça rir ou chorar. Para os aspirantes a escritor, sobra esse enigma: como funciona. Acho que funciona e faz-se de dentro para fora. Para saber mais:Como funciona a ficção, editado pela Cosac Naify. Leia mais abaixo.


Apontado por intelectuais como Harold Bloom e Susan Sontag como um dos melhores críticos de sua geração, o inglês James Wood é publicado pela primeira vez no Brasil pela Cosac Naify. Notabilizado por seus ensaios na revista The New Yorkere professor de crítica literária na Universidade de Harvard, Wood aborda, numa prosa inteligente e aguçada, os mecanismos, procedimentos e efeitos da construção narrativa. A representação do real na literatura é o eixo central da análise de Wood, que questiona os limites entre artifício e verossimilhança na ficção. Em dez capítulos, elementos fundamentais do texto ficcional são discutidos pelo autor: o personagem, o foco narrativo, o estilo. A partir de vasto e diversificado repertório literário – de Henry James a Flaubert, de Tchekhov e Nabokov a Beatrix Potter e John le Carré –, este livro “perspicaz e cheio de achados”, nas palavras de Milton Hatoum, traz análises reveladoras e acessíveis mesmo àqueles que desconhecem os rudimentos da crítica literária. Referência fundamental para escritores em formação, professores de literatura, e todos que se interessem pelo mundo das letras.

7 de março de 2011

Literatura Russa


Sempre tive vontade de ler...Tenente Quetange, de Iuri (Yuri) N. Tyniánov, editado pela Cosac Naify.

Sinopse da editora:

Ao empregar mal um clichê da burocracia (a expressão “que tange”), um amanuense do século XIX “mata” um tenente que está vivo e “dá vida” a um improvável Tenente Quetange. O teórico formalista Iúri Tyniánov (1894-1943) saiu-se bem com esta sátira ao autoritarismo, uma bem-humorada incursão pela narrativa de ficção, escrita em 1928. A obra foi adaptada para o cinema e musicado por Prokófiev.

3 de março de 2011

O Banheiro

Recomendação de leitura feita por  Zadie Smith, em artigo publicado na edição 53 da Revista Piauí: "Quero ficar na geração 1.0". Leia o artigo e siga a recomendação. Aliás, o livro, do escritor belga Jean-Phillipe Toussaint, foi publicado em 1985, a antevisão do que acontece hoje no mundo real x virtual. O desafio agora é encontrar o livro, parece que está esgotado. Vamos iniciar a caça ao volume?