24 de março de 2012

Literatura Argentina: Martín Kohan

Está na fila de espera para leitura...

Os jornalistas Verani e Ledesma são colegas no jornal de Trelew, uma pequena cidade na Patagônia argentina. Para o cinquentenário do periódico, precisam produzir uma matéria forte que retome a época de seu lançamento, em setembro de 1923. Verani, o editor de esportes, não tem dúvida: quer relatar a polêmica luta de boxe entre o favorito Jack Dempsey e o argentino Luis Ángel Firpo, transmitida desde Nova York pelo rádio. Apesar de o americano ter sido nocauteado, foi ele próprio quem levou a vitória. Já Ledesma, da área de cultura, está certo de que o fato mais marcante de 1923 foi a apresentação da primeira sinfonia de Mahler no Teatro Colón, em Buenos Aires. A obra magnífica foi interpretada pela Filarmônica de Viena, com regência deRichard Strauss. Mas conforme se desenrola o debate pitoresco entre os dois, aparece o registro de um acontecimento menor: um assassinato (ou suicídio?) há muito esquecido. E eis que os três fatos confluem e as fronteiras rígidas da história se desfazem. (texto da Companhia das Letras)


23 de março de 2012

Literatura Argentina: Pablo de Santis


A editora Alfaguara acaba de lançar o romance Os Antiquários, de Pablo de Santis, escritor argentino conhecido do público brasileiro pelo livro O Calígrafo de Voltaire - publicado pela José Olympio em 2003.

Sobre Os Antiquários (texto da Alfaguara):

O mito dos vampiros é recriado no romance Os antiquários, do escritor argentino Pablo de Santis (Prêmio Planeta-Casamérica, 2007, e Konex de Platino, 2004). Nele, seres melancólicos, que habitam espaços repletos de nostalgia e rodeados por objetos do passado, vivem reclusos. Os personagens, obcecados por manter seus segredos, não suportam mudanças nem o presente; são, antes, colecionadores. E têm a constante sede de sangue, que chamam de sede primordial. Tentam controlar seus impulsos, por meio do consumo de um elixir que sacia a voracidade, mas, uma vez ameaçados, voltam a atacar. Na Buenos Aires dos anos 1950, um jovem provinciano chamado Santiago Lebrón começa a trabalhar quase por acaso na seção de temas esotéricos de um jornal e, da noite para o dia, se transforma em informante do Ministério do Oculto, órgão oficial encarregado de investigar tais assuntos e descobrir o que há de verdade neles. Apesar de seu ceticismo em relação a tudo o que seja sobrenatural e também aos propósitos do ministério, Santiago vai a um encontro de especialistas em superstições, onde entrará em contato com os antiquários, extraordinários seres da noite que vivem cercados por objetos do passado e são vítimas de uma sede imortal. Envolto num ambiente fantástico e de nuances góticos da capital portenha, Lebrón se envolve com os estranhos seres. Primeiro, acompanha a captura de um antiquário; depois, traído pelo amor de uma jovem que lhe é inacessível, acaba por se unir a eles e a padecer da mesma sede.


22 de março de 2012

Vamos fazer um monte arte

Tradução do livro de Marion Deuchars dedicado ao público infanto-juvenil, mas eu aposto que muita gente grande vai querer...eu quero! Edição brasileira pela Pinakotheke. 

Acesse também o site do livro em inglês.

3 de março de 2012

Susan Sontag Prize for Translation 2012



Fundação Susan Sontag apóia traduções por meio do Prêmio de Tradução. Em 2012, as inscrições são para tradução de obras do português para o inglês. Saiba+.

2 de março de 2012

Pintura Brasileira do Século XXI


Acaba de ser lançado pela Editora Cobogó o maravilhoso catálogo com pintores brasileiros do século XXI. A seleção é muito criteriosa, são 160 obras de 33 artistas brasileiros, a apresentação crítica é feita por José Bento Ferreira e Tiago Mesquita. São os 33 artistas: Adriana Varejão, Alex Cerveny, Ana Elisa Egreja, Ana Prata, Ana Sario, Beatriz Milhazes, Bruno Dunley, Caetano de Almeida, Cassio Michalany, Cristina Canale, Eduardo Berliner, Gisele Camargo, Janaina Tschäpe, Lucas Arruda, Lucia Laguna, Luiz Zerbini, Mariana Palma, Mariana Serri, Marina Rheingantz, Patricia Leite, Paulo Pasta, Paulo Nimer PJota, Rafael Carneiro, Renata de Bonis, Renata Egreja, Rodolpho Parigi, Rodrigo Andrade, Rodrigo Bivar, Sergio Sister, Tatiana Blass, Thiago Martins de Melo, Tiago Tebet, Vânia Mignone. 

Muitos eu não conhecia e digo que foi uma grata surpresa encontrar obras de nível tão superior. Vamos prestigiar nossos artistas! Não deixe este livro passar, merece entrar na biblioteca de quem gosta de artes plásticas.

Marilyn e os livros